Crédito: Wander Roberto/Inovafoto/CBV

Contra o Irã

Quinta, 16 Junho 2016 00:00
Publicado em Notícias

O ano olímpico começou oficialmente com vitória para a seleção brasileira masculina de vôlei. Depois de disputar seis amistosos, a equipe estreou nesta quinta-feira (16.06) na Liga Mundial e venceu o Irã por 3 sets a 0 (25/19, 25/16 e 28/26), em 1h30 de jogo realizado na Arena Carioca 1, no Parque Olímpico, no Rio de Janeiro (RJ).

Depois do resultado positivo, o Brasil volta à quadra já nesta sexta-feira (17.06), às 14h10, no mesmo local, para enfrentar a seleção da Argentina. A partida terá transmissão ao vivo da Globo e do SporTV.

Nesta tarde, o ponteiro Lucarelli foi um dos destaques da partida. Depois de fechar o jogo com dois pontos de saque, o jogador ainda foi o segundo maior pontuador, com 16 acertos, um a menos do que o central Lucão. Satisfeito com o resultado, o ponteiro destacou o bom desempenho da seleção brasileira, especialmente no saque – o time marcou 10 pontos no fundamento, sendo quatro com Lucão, três com Lucarelli e três com Bruninho.

“Estamos treinando muito o saque desde o início da nossa preparação. Os principais times do cenário do vôlei sacam muito bem e com uma consistência enorme. Então, para jogar contra eles a nossa equipe tem que fazer o mesmo. Sabemos que o saque sempre faz muita diferença”, afirmou Lucarelli.

O ponteiro do Brasil ainda elogiou o “O Irã era uma equipe muito difícil de enfrentar, e o nosso time se comportou muito bem, principalmente no segundo set, quando conseguimos imprimir um ritmo muito forte. Sabemos que temos muito a melhorar, mas, sem dúvida, foi uma boa estreia”, afirmou Lucarelli.

Levantador e capitão da seleção brasileira, Bruninho também elogiou o saque e explicoi o porquê do empenho neste fundamento. “Sabemos que, no voleibol moderno, o saque é muito importante, então, temos que correr riscos às vezes, lidar com alguns erros em alguns momentos, mas é preciso forçar. Hoje houve variação também e deu certo”, disse Bruninho.

O levantador também ficou contente com a atuação do Brasil e garantiu que tem tudo para o time evoluir cada vez mais.

“Ainda podemos melhorar um pouco o nosso entrosamento, mas o trabalho tem sido feito. Hoje vimos mais pontos positivos do que negativos, mas sabemos que é só o primeiro passo. Uma boa vitória como essa deixa o time esperançoso, principalmente porque sabemos que temos muito a crescer ainda”, concluiu Bruninho,

O Brasil é o maior vencedor da Liga Mundial, com nove títulos (1993, 2001, 2003, 2004, 2005, 2006, 2007, 2009 e 2010) e entra nesta 27ª edição da Liga Mundial na busca pelo 10º título. Além disso, a seleção brasileira é recordista de pódios da competição: subiu em 19 das 26 edições, tendo nove medalhas de ouro, cinco de prata e quatro de bronze.

O JOGO

A seleção brasileira começou muito bem e, quando abriu 54/1, o Irã pediu tempo. Os iranianos buscaram e encostaram em 6/5. Depois de um bom saque de Lucão, o Brasil bloqueou e abriu 9/5. No ace de Lucão, 10/5. Ainda com Lucão no saque, o time verde e amarelo chegou a 13/5. Quando o placar estava em 17/12, a seleção brasileira fez a inversão com William e Evandro. No bloqueio simples de Lucarelli, 19/13. Na categoria de Wallace, explorando o bloqueio adversário, o Brasil fez 22/17. No final, no bloqueio de Lucão, o time da casa fechou em 25/19.

O Irã saiu na frente no segundo set, mas, com Murilo, o Brasil deixou tudo igual em 2/2. A equipe da casa assumiu o comando do placar em 5/4. A parcial seguiu com equilibrada e, no ace de Bruninho, 8/6. No ponto de saque de Lucarelli, 10/7. A diferença caiu para dois em 14/12, mas, no ace de Lucão, voltou a ser de três (15/12). Na sequência, Bruninho ainda bloqueou e levou o placar a 16/12. No bom saque de Bruno, 19/13. O placar ainda foi a 21/14 e o Irã pediu tempo. Murilo bloqueou e fez 23/14. Com Lucarelli, o Brasil fechou em 25/16.

O terceiro set teve um início equilibrado, com as equipes empatando em 3/3. Os iranianos ainda abriram 6/3. Bernardinho pediu tempo. No ace de Lucão, O Brasil encostou em 6/5. E com mais um ponto de saque, desta vez de Bruninho, a seleção brasileira chegou ao ponto de empate em 7/7. O placar voltou a ficar igual em 9/9 e o Irã colocou dois de vantagem em 14/12. O Brasil, então, buscou e assumiu o comando do placar em 16/15. A parcial seguiu muito equilibrada. Com Lucão no ataque, o Brasil fez 23/21. O placar foi a 25/25 e, com dois grandes saques de Lucarelli, a equipe da casa fechou em 28/26.

EQUIPES

BRASIL – Bruninho, Wallace, Lucão, Maurício Souza, Lucarelli e Murilo. Líbero – Serginho
Entraram – Evandro, William
Técnico: Bernardinho

IRÃ – Marouf, Ebadipour, Mahmoudi, Seyed, Gholami e Zarini. Líbero – Marandi
Entraram – Mirzajanpour, Mahdavi, Manavinezhad, Sharifat e Mobasheri
Técnico: Raul Lozano

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Rio de Janeiro (RJ) - 16.06.2016 - Brasil x Irã

Quinta, 16 Junho 2016 00:00
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Às 14h10

Quarta, 15 Junho 2016 00:00
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A seleção brasileira masculina de vôlei fez, na tarde desta quarta-feira (15.06), o último treino antes da estreia oficial na temporada 2016. Agora, a equipe está pronta para o primeiro jogo pela Liga Mundial, nesta quinta (16.06), às 14h10, quando enfrentará o Irã na Arena Carioca 1, dentro do Parque Olímpico, no Rio de Janeiro (RJ). A partida terá transmissão ao vivo da Globo e do SporTV.

Depois de seis amistosos, o time dirigido pelo técnico Bernardinho encara o primeiro jogo oficial no ano olímpico bem preparado. A Liga Mundial servirá como uma forte preparação para os Jogos, que acontecerão em agosto, também no Rio de Janeiro. O treinador do Brasil sabe da importância de jogar este campeonato.

“A Liga Mundial é o grande evento teste antes dos Jogos Olímpicos, mas é claro que é uma competição importante em si. Estamos há algum tempo engasgados na busca por esse decacampeonato, mas a preocupação maior é crescer, jogar bem e se sentir confiante durante a disputa da Liga para, em agosto, chegarmos no melhor momento”, disse Bernardinho.

O técnico ainda destacou o fato do seu primeiro adversário ter disputado o torneio Pré-Olímpico no Japão, no mês passado, e, por isso, chegar ainda mais bem preparado para a primeira etapa da Liga Mundial.

“Estamos focados, trabalhando muito forte e isso gera esperança. Claro que a ansiedade é grande e nós não temos muito ritmo de jogo de outras equipes, como o próprio Irã, que vem de Pré-Olímpico, onde jogaram partidas muito boas. Vem com o ânimo elevado e ritmo de jogo maior do que o nosso. Mas, não vamos criar álibi com isso. A Liga Mundial vale muito, queremos ganhar, mas não podemos perder a perspectiva lá na frente”, disse Bernardinho.

O oposto Wallace fez questão de elogiar o primeiro adversário nesta edição de Liga Mundial, ressaltando a boa preparação que a sua equipe teve para a disputa da competição.

“Os amistosos que tivemos foram muito válidos. Foi uma boa preparação para iniciarmos a Liga Mundial. No caso do Irã sabemos que eles estão com ritmo de jogo melhor que o nosso, pois disputaram o Pré-Olímpico há pouco tempo. Eles trabalham com muitas bolas rápidas e já tivemos muito trabalho jogando contra eles em edições recentes da Liga. Nunca é fácil jogar contra os iranianos”, concluiu Wallace.

O Brasil é o maior vencedor da Liga Mundial, com nove títulos (1993, 2001, 2003, 2004, 2005, 2006, 2007, 2009 e 2010) e entra nesta 27ª edição da Liga Mundial na busca pelo 10º título. Além disso, a seleção brasileira é recordista de pódios da competição: subiu em 19 das 26 edições, tendo nove medalhas de ouro, cinco de prata e quatro de bronze.

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Rio de Janeiro (RJ) - 14.06.2016 - Treino do Brasil

Terça, 14 Junho 2016 00:00
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Clima olímpico

Terça, 14 Junho 2016 00:00
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A seleção brasileira masculina de vôlei fez já começou a sentir o clima olímpico. Na tarde desta terça-feira (14.06), a equipe dirigida pelo técnico Bernardinho já fez o segundo treino na Arena Carioca 1, que fica dentro do Parque Olímpico, onde jogará contra as seleções do Irã, Argentina e Estados Unidos nesta semana. Será a primeira etapa da Liga Mundial e primeiros jogos oficiais da seleção verde e amarela.

Os jogadores sentiram a sensação de estar no parque olímpico e, embora não joguem neste local durante os Jogos Olímpicos, comemoram o fato de ter a chance de disputar uma competição tão importante às vésperas do principal campeonato do calendário esportivo. Segundo o central Lucão, essa é uma oportunidade que deve ser aproveitada pela seleção brasileira.

“Muito se fala que, neste ano, a Liga Mundial é ainda mais importante por servir como um forte teste para os Jogos Olímpicos, mas vejo como algo até maior do que isso. Acho que é fundamental para conseguirmos ainda mais respeito das outras equipes. É um campeonato muito importante, onde estamos tentando o décimo título há alguns anos e queremos essa conquista e não apenas testar o nosso time”, afirmou Lucão.

O capitão da seleção brasileira, Bruninho, também faz questão de valorizar a Liga Mundial, mesmo neste ano olímpico. A estreia, contra o Irã, na próxima quinta-feira (16.06), às 14h10, é analisada pelo jogador como algo importante para a evolução do grupo.

“É mais uma oportunidade da nossa equipe ganhar entrosamento e se preparar ainda melhor para esse grande objetivo que é conseguir um bom resultado nos Jogos Olímpicos. Mas, além disso, vamos poder ver o nível em que estamos perante os adversários e, claro, é um campeonato importante que também queremos vencer”, disse Bruninho.

O levantador ainda lembrou do valor de enfrentar, nesta etapa da Liga Mundial, um adversário que terá novamente nos Jogos Olímpicos. “Os Estados Unidos estão no nosso grupo e os outros dois times, Irã e Argentina, podem ser adversários um pouco mais a frente. Por tudo isso, essa vai ser uma semana importante para podermos entender bem o que precisamos melhorar e o que podemos evoluir em relação a essas equipes”, analisou Bruninho.

Para os Jogos Olímpicos, o vôlei se transfere para o ginásio do Maracanãzinho, que, atualmente recebe os últimos ajustes.

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Terceiro colocado

Domingo, 19 Julho 2015 00:00
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A disputa do terceiro lugar poderia ser a grande decisão da Liga Mundial 2015. O atual campeão mundial, Polônia, contra o atual campeão da Liga, Estados Unidos. Nenhum dos dois chegou a final, demonstrando o equilíbrio do voleibol masculino no mundo. E, na partida realizada na manhã deste sábado (19.07), melhor para os norte-americanos, que venceram por 3 sets a 0 (25/22, 25/23 e 25/23), em 1h32 de jogo, e ficaram com a medalha de bronze.

A grande final será disputada na sequência, entre França, campeã da segunda divisão da Liga Mundial deste ano, e Sérvia, terceira colocada do Grupo A, que entrou na Fase Final porque o Brasil, líder da chave, já estaria automaticamente classificado – apenas os dois primeiros asseguram a vaga pela pontuação.

Os Estados Unidos começaram bem a partida e abriram 4/1. Os americanos seguiram no comando do marcador o tempo inteiro (16/10). A Polônia aproximou no placar em 22/20, mas os Estados Unidos fecharam em 25/22. A segunda parcial seguiu mais equilibrada ao longo da disputa. Mas, no final, melhor mais uma vez para os americanos, que venceram por 25/23.

No terceiro set, a Polônia demonstrou poder de reação e esteve à frente em 11/9. O equilíbrio permaneceu em 17/16. Os poloneses fizeram 23/21 e os Estados Unidos deixaram tudo igual em 23/23 e, com oposto Anderson, uma das estrelas do time, fechou em 25/23.

Após a partida, o técnico dos Estados Unidos, John Speraw, falou sobre o desempenho do seu time. “Depois de um jogo desafiador contra a Sérvia, ontem, estava feliz por ver nossos jogadores atuarem com tanta energia. Nossas partidas com a Polônia tem sido sempre assim e sabímaos que hoje nao ia ser fácil. Estou feliz porque ganhamos o bronze, mas espero que façamos melhor na próxima competição”, disse Speraw.

TABELA:

15/07 (quarta-feira)
14h04 – Brasil 1 x 3 França (29/27, 21/25, 29/31 e 19/25)
16h05 - Sérvia 2 x 3 Itália (23/25, 25/14, 23/25, 25/20 e 9/15)

16/07 (quinta-feira)
14h05 - Brasil 3 x 1 EUA (28/26, 22/25, 25/22 e 27/25)
16h05 - Polônia 3 x 1 Itália (25/15, 27/25, 20/25 e 25/20)

17/07 (sexta-feira)
14h05 - EUA 3 x 1 França (25/21, 25/22, 24/26 e 25/20)
16h5 - Sérvia 3 x 2 Polônia (18/25, 25/22, 22/25, 25/22 e 15/13)

18/07 (sábado)
10h - Estados Unidos 2 x 3 Sérvia (23/25, 21/25, 27/25, 25/20 e 12/15)
12h05 - França 3 x 2 Polônia (25/23, 25/23, 19/25, 22/25 e 17/15)

19/07 (domingo)
9h10 – Estados Unidos 3 x 0 Polônia (25/22, 25/23 e 25/23)
11h30 – Sérvia x França

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Atrações

Sexta, 17 Julho 2015 21:00
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Os amantes de vôlei e o público em geral têm um bom motivo para programar um passeio pelo entorno do Maracanã, no Rio de Janeiro (RJ), neste fim de semana. Duas ações foram planejadas pela Confederação Brasileira de Voleibol (CBV) para as finais da Liga Mundial. Em frente ao portão 7 do ginásio do Maracanãzinho, local da competição, está em funcionamento uma exposição de peças relacionadas à modalidade, como troféus de títulos mundiais e do Grand Prix, ideia embrionária do que a entidade pretende transformar no Museu do Voleibol, além de uma miniquadra de vôlei de praia. Ambas as atividades têm entrada franca.

Na quadra de vôlei de praia, inicialmente projetada para crianças, mas que têm atraído também a curiosidade dos adultos, é possível sentir o gostinho de pisar na areia e arriscar algumas jogadas. Ali estão em exposição os troféus das mais recentes conquistas mundiais das duplas Alison/Bruno e Ágatha/Bárbara. E os campeões no masculino estiveram no local para fotos e muitos autógrafos com os fãs. O objetivo da miniquadra é também fazer um convite para que o público compareça ao Rio Open, de 2 a 6 de setembro, na praia de Copacabana, mais um evento teste do vôlei nesta temporada.


Segundo o Diretor de Desenvolvimento da CBV, Renato D´Ávila, a exposição durante a Liga Mundial representa uma ideia inicial do que deverá ser o Museu do Voleibol, um sonho antigo de trazer para o público a história do vôlei nacional.

“O Museu é um projeto para 2016. Já contratamos uma museóloga, a Nira Lima, que tem muita experiência na área. Ela vai catalogar e revitalizar parte de nosso acervo. Queremos oferecer ao público um espaço interativo”, conta Renato D´Avila, acrescentando que o local do Museu ainda está indefinido. “A nossa vontade é que ele possa ficar dentro do Maracanãzinho, casa tradicional da modalidade”, diz.

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