Juventude

Quarta, 24 Junho 2015 14:45
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A primeira convocação para a seleção brasileira adulta masculina aconteceu há dois anos, em 2013, quando já estava no Sada Cruzeiro (MG), seu atual clube. Agora, aos 24 anos, Isac é um dos centrais aproveitado pelo técnico Rubinho, que substitui Bernardinho durante a suspensão de 10 jogos nesta Liga Mundial 2015. Ao lado de três jogadores mais experientes na sua posição – Lucão, de 29 anos, Éder, de 31, e Riad, de 33 – Isac busca aprender cada vez mais.

Na preparação para os jogos do próximo fim de semana, contra a Austrália, a seleção brasileira treina pesado em Sydney, onde enfrentará o próximo adversário. Isac e companhia lideram o Grupo A da competição, com 18 pontos após seis vitórias e apenas dois resultados negativos. E ter a chance de presenciar toda a vivência do grupo que tem Bernardinho como líder vem sendo algo enriquecedor na carreira do jovem central.

“A oportunidade de estar jogando é incrível. Tenho observado muito o jogo do Lucão, que sempre se destaca, do Riad, que vem crescendo muito na seleção, e do Éder, outro grande central. Estar ao lado deles é fundamental. Tento absorver o máximo desses jogadores, que são mais experientes do que eu. Assim, tento me destacar também”, disse Isac.

O Brasil volta à quadra no próximo sábado (27.06) às 06h10, e na madrugada de sábado para domingo (28.06), às 03h30 – ambos no Horário de Brasília. As equipes já se enfrentaram no Brasil, em São Bernardo do Campo (SP), onde a seleção da casa venceu as duas partidas, nos dias 05 e 07 de junho, por 3 sets a 1 e 3 a 0, respectivamente.

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Sem dar chances

Sábado, 20 Junho 2015 21:00
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Brasil x Itália no vôlei masculino sempre tem emoção e equilíbrio. Mas, depois de um 3 a 2 favorável aos italianos na última sexta-feira (19.06), neste domingo (21.06), a equipe brasileira teve menos dificuldades e levou a melhor ao vencer por 3 sets a 0 (25/23, 25/22 e 25/16), no Nelson Mandela Forum, em Firenze, na Itália. O jogo, válido pela quarta semana da Liga Mundial, teve 1h21 de duração e contou com um público de cerca de 7 mil torcedores.

Após oito jogos, realizados nas quatro primeiras semanas da competição, o Brasil é líder do Grupo A, com 18 pontos após seis vitórias e apenas dois resultados negativos. Titular no jogo de hoje, o oposto Evandro foi o maior pontuador do jogo, com 20 acertos – 17 de ataque, dois de bloqueio e um de saque. O oposto demonstrou satisfação com a atuação do time brasileiro.

“Hoje tivemos uma consistência de jogo bem legal e isso facilitou o meu trabalho. Sacamos bem, tivemos um percentual de ataque alto e conseguimos bloquear bem, algo que estávamos enfrentando um pouco de dificuldades. Com um bom desempenho na defesa, conseguimos ter um volume de jogo satisfatório”, explicou Evandro.

A motivação para o jogo desta noite já era grande pela rivalidade entre Brasil e Itália. Depois do resultado negativo no confronto passado, a equipe passou a ter ainda mais garra na busca pela vitória. “Nunca gostamos de perder. Sabemos que não fizemos um grande jogo na sexta-feira e acho que todos nós entramos com mais vontade ainda de ganhar a partida de hoje”, comentou o oposto da seleção brasileira.

Também satisfeito com o resultado, o ponteiro Lucarelli destacou os pontos positivos da seleção brasileira na partida deste domingo. Jogador mais jovem em quadra pela equipe dirigida pelo técnico Rubinho, aos 24 anos, Lucarelli sabe que a evolução do time foi importante.

“Nosso saque entrou um pouco mais. Nosso sistema defensivo, principalmente o bloqueio, também funcionou melhor e o ofensivo funcionou mais fácil. Eles tiveram alguns erros e nós conseguir jogar bem melhor hoje”, disse Lucarelli, em relação a partida da última sexta-feira (19.06), quando os italianos venceram.

A próxima parada da seleção brasileira será a Austrália. A equipe viaja já nesta segunda-feira (22.06) e enfrentará os donos da casa no próximo fim de semana, dias 27 e 28 de julho.

O JOGO

O Brasil abriu o placar do jogo no ataque de Isac. Com Evandro e novamente Isac, desta vez no bloqueio, a equipe brasileira abriu 3/0. A Itália reagiu e, com Birarelli, encostou no marcador: 5/4. No primeiro tempo técnico, a vantagem do Brasil era de três: 8/5. Com o oposto Evandro pontuando bem, a equipe visitante fez 10/7. No ponto de saque de Evandro, 13/10. Mais uma vez com o oposto no ataque, o Brasil fez 16/14 na segunda parada técnica. Os italianos, então deixaram tudo igual em 16/16. O Brasil voltou a abrir dois pontos (19/17) e o adversário pediu tempo. Com Lucarelli, o placar foi para 21/19. A reta final do set ganhou em equilíbrio quando o placar esteve igual em 23/23. Mas, com Isac no ataque e Evandro no bloqueio, o Brasil fechou em 25/23.

O segundo set teve um início melhor para a Itália, que fez 3/1. O Brasil buscou e, no bloqueio de Lucão, assumiu o comando do marcador em 6/5. As equipes estiveram empatadas em 8/8 e, no ace de Bruninho, o time brasileiro colocou um de vantagem. Com Lucão, o Brasil esteve dois a frente: 14/12. Em boa passagem do levantador Bruno pelo saque, a equipe brasileira fez 17/14. Com bons saques do oposto Vettori, a Itália encostou no marcador e quando fez 21/20, Rubinho pediu tempo. Assim como na parcial anterior, o final teve muita disputa e equilíbrio, com vantagem para o Brasil em 23/21. Com Isac, a seleção brasileira fez 24/22 e, com Evandro, 25/22.

O Brasil manteve o bom ritmo no começo do terceiro set e colocou três de vantagem no placar em 8/5. No ace de Lucão, a seleção brasileira aumentou a diferença para 11/7. No bloqueio de Murilo, 13/8. Mantendo uma certa tranquilidade no jogo, o time dirigido pelo técnico Rubinho se distanciou em seis pontos (16/10) no segundo tempo técnico. Com ponto de bloqueio de Evandro, a diferença aumentou para 17/10. A seleção brasileira assegurou a vantagem no marcador (22/16). No final, 25/16.

EQUIPES

BRASIL – Bruno, Evandro, Lucão, Isac, Murilo e Lucarelli. Líbero – Serginho
Entraram – Raphael, Wallace, Lipe, Riad
Técnico: Rubinho

ITÁLIA – Travica, Vettori, Birarelli, Anzani, Zaytsev e Lanza. Líbero – Colaci
Entraram – Saitta, Botto, Mengozzi, Randazzo
Técnico: Mauro Berruto

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Na casa do adversário

Quinta, 18 Junho 2015 21:00
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Um espetáculo pôde ser visto pelas cerca de 11.130 pessoas que estiveram no Foro Itálico, em Roma, nesta sexta-feira (19.06). Um dos maiores clássicos do vôlei mundial, Itália x Brasil, aconteceu a céu aberto, algo incomum na modalidade, e as duas seleções fizeram uma bela apresentação pela quarta etapa da Liga Mundial. No final, melhor para o time da casa, que venceu por 3 sets a 2 (26/24, 21/2525/18, 17/25 e 14/16), em 2h22 de partida.

Mesmo com o resultado negativo, o Brasil contou com os maiores pontuadores do jogo: o oposto Wallace e o ponteiro Lucarelli, ambos com 20 pontos. O desempenho individual não agradou Wallace, que, sempre prioriza o sucesso da seleção brasileira. “Sempre disse isso e hoje, mais uma vez. O importante aqui é a vitória do Brasil. Infelizmente, não conseguimos, mas vamos buscar esse resultado no jogo de domingo”, afirmou Wallace.

O oposto brasileiro se referiu ao próximo compromisso do Brasil na Liga Mundial. O segundo confronto contra os italianos será no domingo (21.06), às 15h (Horário de Brasília), desta vez em Firenze. A seleção viaja neste sábado (20.06) para Florença, onde vai ser realizada a partida.
Sobre o resultado desta sexta, o técnico Rubinho destacou a festa que envolveu o jogo. “Havia uma atmosfera bonita esta noite, com um público participativo e o que vimos foi um espetáculo emocionante. Do ponto de vista técnico, foi um jogo difícil, porque as diferenças em relação aos jogos indoor são grandes. No entanto, foi um bom jogo”, disse Rubinho.

O capitão do Brasil, Bruninho, também ressaltou o “Foi uma experiência incrível. É realmente bem diferente de uma partida em um ginásio fechado, como estamos acostumados, mas estou feliz de ter experimentado essa sensação, apesar da derrota. Teremos outro jogo já no domingo e temos de vencer para continuar nosso caminho”, analisou Bruninho.

O JOGO

Depois de uma primeira bola já muito disputada, Lucarelli pontuou e o Brasil abriu o placar do jogo. A Itália devolveu com Vettori. A seleção brasileira fez 3/1, mas a equipe da casa empatou em 3/3. No ponto de saque de Wallace, o Brasil chegou a 7/5. Com Wallace bem no ataque, a seleção brasileira fez 12/8 e forçou o adversário a pedir tempo. Depois de bom saque de Murilo, o placar foi para 14/10. Com Lucão no contra-ataque, o Brasil chegou a 16/12. Ffv Com um ponto de ataque do levantador Bruninho, o Brasil fez 19/16. No ace do levantador Travica, a Itália encostou no placar (20/19) e Rubinho pediu tempo. Com Zaytsev, os donos da casa assumiram o comando do set em 22/21. Um empate em 23 pontos deixou o final do set emocionante. No final, melhor para a seleção da casa, que fechou em 26/24.

A Itália abriu 2/0 logo no começo da segunda parcial, mas, no ponto de bloqueio de Éder, o Brasil virou o jogo para 3/2. Com Lucão, o time visitante fez 7/6. A diferença passou ara dois pontos no ataque de Lucarelli (11/9). No contra-ataque, com Wallace, o time brasileiro chegou a 14/11. A vantagem brasileira aumentou em 18/15. No bloqueio de Murilo, 19/15. A diferença no placar passou a ser de cinco pontos no ace de Éder: 22/17. Neste momento, a Itália pediu tempo. Mesmo com 24/21 a seu favor, Rubinho pediu tempo para quebrar o saque do adversário. Na volta, no erro de saque, o Brasil fechou em 25/21.

Com Murilo no saque, o Brasil abriu 2/0. Com ponto de saque, a Itália assumiu o comando do marcador em 5/4. Em outro bom saque, o time da casa fez 7/5. No bloqueio de Éder, o placar ficou igual: 8/8. No erro do adversário, a seleção brasileira virou o jogo a seu favor (11/10). Mas os italianos não permitiram a reação adversária e, no bloqueio, fizeram 15/12. No lance seguinte, no erro do Brasil, 16/12. No ataque de Wallace, o Brasil fez 15, enquanto a Itália tinha 18. A equipe da casa aumentou a vantagem para seis pontos em 23/17 e, no bloqueio, fechou em 25/18.

Embalada pela vitória no set anterior, a Itália abriu 4/2 no início do quarto set. O Brasil buscou e, com Lucão deixou tudo igual (4/4). Com Lucarelli, a seleção brasileira colocou um de vantagem: 7/6. Mais uma vez através do ponteiro Lucarelli, dessa vez explorando o bloqueio adversário, o Brasil chegou a 12/8 e os italianos pediram tempo. No ace de Wallace, o placar foi 16/10 para favorável ao time verde e amarelo. Ainda em boa passagem do oposto pelo saque, o placar foi para 17/10. Com Lipe, a seleção brasileira fez 22/14. E no ataque potente de Wallace, o Brasil fechou em 25/17 e levou a decisão para o tie break.

Depois de uma bola bastante disputada, o Brasil saiu na frente no set decisivo. No erro de saque do adversário, a seleção brasileira fez 3/1. A Itália reagiu e no ace de Birarelli, fez 5/4. No bom saque de Vettori, os italianos colocaram dois de vantagem (7/5). Na troca de lado da quadra, a vantagem italiana era de dois em 8/6. Wallace deixou tudo igual: 8/8. A Itália voltou a abrir diferença (10/8). No contra-ataque, Lucarelli pontuou e deixou o placar empatado em 10/10. O jogo seguiu equilibrado e, quando a Itália fez 12/10, Rubinho pediu tempo. Com dois pontos de Lucão, um no ataque e outro no bloqueio, o Brasil empatou em 12/12 e foi a vez da Itália parar o jogo. Com Lipe, a equipe brasileira virou o jogo (13/12). Com ponto de saque, a Itália fez 15/14 e, no final, 16/14.

EQUIPES

BRASIL – Bruno, Wallace, Lucão, Édder, Lucarelli e Murilo. Líbero – Serginho
Entraram – Evandro, Raphael, Lipe
Técnico: Rubinho

ITÁLIA – Travica, Vettori, Birarelli, Anzani, Lanza e Zaytzev. Líbero – Colaci
Entraram – Saitta, Sabbi, Botto, Mengozzi
Técnico: Mauro Berruto

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Foro Itálico

Quarta, 17 Junho 2015 21:00
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Um jogo de voleibol entre Brasil e Itália sempre é uma atração especial. Dois dos mais tradicionais times da modalidade – os únicos a participarem de todas as edições da Liga Mundial – se enfrentarão em uma ocasião ainda mais particular nesta sexta-feira (19.06): no imponente Foro Itálico, em Roma. A etapa italiana da competição terá o primeiro jogo realizado no estádio de tênis, a céu aberto, com capacidade para 11 mil pessoas. A partida será às 15h (Horário de Brasília) e terá transmissão ao vivo da Band e do SporTV.

Para este duelo, o capitão do Brasil, Bruninho, aposta em um verdadeiro espetáculo. Se as condições climáticas podem interferir na qualidade técnica do jogo, o levantador procura minimizar este possível problema e enaltecer a grandeza de tudo que cerca esta partida contra a seleção do país onde joga na temporada de clubes – Bruninho é atleta do Modena.

“A preparação para essa partida contra a Itália foi muito boa desde que chegamos a Roma. Sem dúvida, este vai ser um jogo diferente. Vamos jogar em um lugar aberto e a atmosfera que envolve esse confronto é completamente diferente”, destacou Bruninho, que lembra sobre a importância de saber jogar neste novo local.

“Tecnicamente, pode não ser uma partida perfeita de vôlei, mas mais importante é ter uma oportunidade como essa. Jogar no Foro Itálico, que é um lugar mundialmente conhecido, vai ser uma experiência inesquecível para rodos nós. Espero fazer um bom jogo e ajudar o Brasil a conseguir a vitória, mas, com certeza, vai ser algo bem incomum em relação ao que estamos acostumados”, confirmou Bruninho.
Comandante da seleção brasileira enquanto Bernardinho cumpre suspensão, Rubinho também dá importância ao momento histórico que Brasil e Itália farão nesta sexta-feira, claro, sem deixar de se preocupar com o bom desempenho da equipe em quadra.

“Brasil e Itália é sempre uma partida muito difícil de jogar e, neste caso específico, as equipes com certeza vão fazer o máximo para tonar esse jogo um espetáculo grandioso. É o que esperamos que aconteça no jogo desta sexta-feira, já que o vôlei é um esporte tão amado aqui na Itália. Não podemos nos descuidar de alguns pontos que serão importantes nesta partida, mas temos que pensar no grande feito que será essa partida a céu aberto”, disse Rubinho.

A partida desta sexta-feira será realizada no mesmo espaço utilizado para o Aberto de Roma de tênis. Até chegar a Roma, a seleção brasileira garantiu cinco vitórias em seis jogos disputados e é líder do Grupo A, com 14 pontos. A Itália, segunda colocada, tem 11; a Sérvia, oito; e Austrália, três – todos com seis partidas já realizadas.

Campanha do Brasil na Liga Mundial:

29/05 - Brasil 3 x 2 Sérvia – Belo Horizonte (Brasil)
31/05 - Brasil 3 x 1 Sérvia – Belo Horizonte (Brasil)
05/06 - Brasil 3 x 1 Austrália – São Bernardo do Campo (Brasil)
07/06 - Brasil 3 x 0 Austrália – São Bernardo do Campo (Brasil)
12/06 - Sérvia 3 x 2 Brasil – Novi Sad (Sérvia)
14/06 - Sérvia 2 x 3 Brasil – Belgrado (Sérvia)
19/06 - Itália x Brasil – Roma (Itália)
21/06 - Itália x Brasil – Florença (Itália)
27/06 - Austrália x Brasil – Sydney (Austrália)
28/06 - Austrália x Brasil – Sydney (Austrália)
02/07 - Brasil x Itália – Cuiabá (Brasil)
03/07 - Brasil x Itália – Cuiabá (Brasil)

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Semana italiana

Terça, 16 Junho 2015 21:00
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Garantida na Fase Final da Liga Mundial por ser o país sede, a seleção brasileira masculina de vôlei tem conseguido fazer um constante rodízio entre os jogadores que começam as partidas como titulares e mesmo entre os que compõem o grupo. Nesta semana, para a quarta etapa da Liga Mundial, em Roma, na Itália, a equipe passa a contar com o levantador Raphael e os líberos Mário Jr. e Felipe. Os três estarão à disposição do técnico Rubinho para os jogos de sexta-feira (19.06) e domingo (21.06).

As constantes trocas são uma forma de toda a comissão técnica poder avaliar com detalhes o desempenho de cada atleta em diferentes situações. O rodízio maior acontece entre levantadores e líberos. Contando com Bruninho e William na semana passada, na etapa da Sérvia, onde o Brasil perdeu o primeiro jogo e ganhou o segundo, Rubinho terá, paro o fim de semana italiano, Bruninho e Raphael no levantamento.
Enquanto a seleção esteve na Sérvia, Raphael passou a semana em treinamento no Centro de Desenvolvimento de Voleibol (CDV), em Saquarema, no Rio de Janeiro (RJ). O período foi considerado positivo pelo experiente levantador do Brasil.

“Foram dias muito produtivos. Tive a semana inteira treinando no Centro, e a oportunidade de assistir vídeos e analisar jogos enquanto estava concentrado, inclusive os que eu não joguei. Com esse tempo, pude treinar coisas que nem sempre dá tempo quando estamos durante o campeonato. Foi realmente um período muito positivo”, analisou Raphael, de 36 anos.

Sobre o rodízio que vem acontecendo na seleção brasileira, o levantador é totalmente favorável. Segundo Raphael, a experiência é válida para o grupo e para cada um dos jogadores da posição.

“Esse revezamento é muito interessante. Sempre foi mais ou menos assim. Vários levantadores sempre tiveram sua chance e o mais importante é o Brasil estar bem. São três levantadores contribuindo da melhor maneira possível para o grupo, é uma competição extremamente saudável, e, na minha opinião, quem tem a ganhar somos nós e, claro, a seleção brasileira”, afirmou Raphael.

Profundo conhecedor do adversário do Brasil nesta semana, o levantador, que jogou durante sete anos na Itália, sabe que a sua equipe não terá facilidade, principalmente na casa do adversário, nos jogos de sexta (19.06) e domingo (19.06), ambos às 15h, com transmissão da Band e do SporTV.

“Joguei muito tempo aqui na Itália e ao lado de praticamente todos que estão na seleção italiana. É um time de tradição, que joga um campeonato muito forte e que é acostumado com esse tipo de situação. Sempre são bons jogos entre Brasil e Itália. Nunca são partidas fáceis, mas é um duelo maravilhoso de se jogar e estou muito feliz em fazer parte desta história”, concluiu Raphael.

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Força do grupo

Segunda, 15 Junho 2015 21:00
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Uma equipe competente e dedicada anda sempre ao lado e um técnico vencedor. Assim acontece na seleção brasileira masculina de vôlei, onde Bernardinho tem, agora, durante a Liga Mundial, nove pessoas trabalhando a sua volta. A contribuição de cada um é específica na sua função, mas ela vem também de diferentes formas na preparação da equipe que busca o decacampeonato da competição. O trabalho da comissão técnica, aliado à qualidade dos jogadores, têm sido sinônimo de sucesso ao longo dos últimos anos.

O comandante tem, atualmente, na sua equipe de trabalho a supervisora Mariana D´Aragona, o assistente técnico, Rubinho, os auxiliares Giuliano Ribas, o Juba, e Anderson, a estatística Roberta Giglio, o preparador físico, Renato Bacchi, o médico Álvaro Chamecki, o fisioterapeuta Guilherme Tenius, o Fiapo, e o massagista Kleevan Albuquerque – além do diretor de seleções, Renan Dal Zotto, que acompanha a seleção durante a etapa da Itália.

Há 17 anos na seleção e ao lado de Bernardinho, a estatística é uma das que há mais tempo trabalha com o treinador. O estudo dos adversários do seu próprio time acontece a qualquer momento – inclusive durante o treinamento do Brasil. Na mesa a lateral da quadra, Robertinha, como é carinhosamente chamada pelos jogadores, trabalha constantemente.

“Pelo volume de jogos, com a Liga Mundial ainda mais inchada, a todo tempo tem jogos chegando e é preciso estar atualizado e com tudo em dia. Com isso, consigo gerar o máximo de material que é entregue para os treinadores fazerem a preparação da equipe. Hoje em dia, é feito um trabalho muito mais minucioso sobre a nossa própria equipe. Por isso, estou sempre atenta e é preciso estar focada o tempo todo”, disse Robertinha.

Desde 1996 acompanhando o trabalho do técnico Bernardinho, o fisioterapeuta Fiapo está na seleção, claro, para tratar os jogadores. Mas ele também ajuda no treino atacando, enxugando a quadra, pegando bola, enfim, da maneira que é possível.

“O grande diferencial das equipes que trabalham com o Bernardinho é esse. Claro que cada um tem a sua função principal, mas todos contribuem dentro do que podem e sabem. Eu vim como assistente de fisioterapia e como eu jogava vôlei, fui ajudando. Com o tempo, aprendi que aqui é assim e as pessoas, conformem iam chegando, também se enquadravam nesse sistema. Isso é uma característica do grupo que trabalha com o Bernardinho e, sem dúvida, é importante”, explicou Fiapo.

O mais recente neste grupo é o auxiliar técnico, Anderson Rodrigues. Aposentado das quadras há apenas três anos, o campeão olímpico não conseguiu se manter longe do vôlei e ingressou na nova função. O resultado vem agradando o ex-jogador.

“Estou muito feliz no grupo. Neste momento, estou sugando tudo que posso dos mais experientes e tentando colaborar como posso. Converso com os atacantes, dou algumas dicas baseadas na minha vivência e, no dia a dia de treinamentos, tento ajudar o máximo que posso. Estou bastante satisfeito com esse novo momento da minha carreira”, afirmou Anderson.

A seleção brasileira masculina de vôlei voltará a jogar pela Liga Mundial na próxima sexta-feira (19.06), quando enfrentará a Itália, em Roma, às 15h (Horário de Brasília). A partida terá transmissão ao vivo da Band e do SporTV.

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Diante de 8.500 torcedores

Sábado, 13 Junho 2015 21:00
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O jogo foi equilibrado e foram precisos cinco disputados sets para a decisão. A Sérvia contou com o apoio de sua apaixonada torcida, que lotou o ginásio Hala Pionir, mas as cerca de 8.500 pessoas presentes viram o Brasil vencer o jogo, neste domingo (14.06). A equipe dirigida pelo técnico Rubinho levou a melhor por 3 sets a 2 (25/23, 20/25, 25/21, 22/25 e 15/13), em 2h34 de partida válida pela terceira rodada da Liga Mundial.

O ponteiro Lucarelli foi um dos principais destaques do jogo. Maior pontuador do confronto, com 24 acertos, sendo 22 de ataque e dois de saque, o jogador analisou como positiva a vitória, mas destacou alguns pontos que não podem se repetir nos próximos compromissos da seleção brasileira.

“No início do jogo, erramos muito a virada de bola, que esteve bem abaixo do normal. Também comentemos muitos toques na rede, e alguns erros foram cruciais em determinados momentos. Isso foi um ponto negativo e temos que evitar. Mas, enfrentar uma equipe boa, em uma atmosfera muito bacana, com a torcida participando o tempo todo, enfim, estar em um jogo assim é muito bom. E sair vitorioso é melhor ainda”, afirmou Lucarelli.

O oposto Leandro Vissotto destacou a garra da equipe brasileira para conseguir o tão suado resultado positivo. Responsável por 13 pontos na partida – sete de ataque, um de bloqueio e cinco de saque – o oposto também chamou atenção para a quantidade exagerada de erros cometidos pelo Brasil.

“O jogo de hoje foi mais uma vez difícil, como os outros três que já havíamos feito contra a Sérvia. Erramos muito, fizemos muito toque na rede, erros de saque, de ataque, de ajuste de bola. Mas, no tie brek, melhoramos, conseguimos buscar essa vitória que parecia perdida, mas que, com raça, conseguimos”, destacou Vissotto.

O Brasil segue na liderança do Grupo A, com 14 pontos após seis partidas. A Itália vem logo depois, com 11 pontos; a Sérvia tem oito e a Austrália, três – todos com seis jogos realizados.

Da Sérvia, a seleção brasileira viajará para a Itália, já nesta segunda-feira (15.06), onde enfrentará a equipe da casa em Roma, na próxima sexta-feira (19.06), em Roma, e no domingo (21.06), em Florença.

O JOGO

A Sérvia abriu o placar do jogo e o Brasil respondeu com Leandro Vissotto pela saída. No ponto de saque do oposto, o Brasil assumiu o comando do placar em 3/2. O time da casa, então, virou e no ace chegou a 10/6. Neste momento, Rubinho pediu tempo. A diferença seguiu em quatro pontos (11/7). O Brasil reagiu e encostou em 11/10. Os sérvios voltaram a abrir vantagem em 16/13. Mais uma vez, a seleção brasileira buscou e, quando encostou em 16/15, foi a vez da Sérvia parar o jogo. Na volta, no bloqueio, o Brasil deixou tudo igual: 16/16. O set seguiu com muito equilíbrio (19/18). No final, o time da casa abriu 22/19 com ponto de bloqueio. No ace de Riad, o Brasil empatou o set em 23/23 e, no contra-ataque de Wallace, virou o placar. Com mais um ace de Riad, o Brasil fechou o set em 25/23.

A Sérvia não de abalou com a derrota no primeiro set e fez 2/0 no início do segundo. O Brasil empatou em 2/2, mas os donos da casa voltaram a abrir boa diferença em 5/2, forçando Rubinho a pedir tempo. Mas os sérvios mantiveram o bom ritmo e, com dois pontos seguidos de ace de Podrascanin, fizeram 8/2. Ainda em boa sequência do jogador sérvio no saque, o placar foi para 9/2. Em boa passagem de Riad pelo saque, o Brasil reagiu e fez 12/9. A seleção da Sérvia voltou a abrir vantagem em 16/11. Com dois pontos seguidos de Isac no saque, a diferença caiu para 17/15. Mas os sérvios conseguiram impor uma boa diferença novamente em 21/17. No final, melhor para a Sérvia por 25/20.

A equipe da casa saiu na frente no início do terceiro set, mas o Brasil empatou em 4/4. Em boa passagem de Riad pelo saque, a seleção brasileira fez 6/5. No bloqueio de Vissotto, a equipe visitante foi para o tempo técnico em vantagem de 8/6. Quando o Brasil fez 11/7, a Sérvia pediu tempo. O time brasileiro seguiu melhor e, no erro de adversário, fez 15/12. Os donos da casa encostaram no marcador: 16/15. No bom saque de Lipe, o placar foi para 18/15. O set seguiu bem disputado e voltou a ficar ainda mais equilibrado quando o Brasil tinha apenas um de vantagem (19/18). No ace de Lucarelli, 22/19 e tempo da Sérvia. No final, com Lucarelli, o Brasil fechou em 25/21.

O jogo seguiu equilibrado também no começo do quarto set, com as equipes empatadas em 3/3. O placar seguiu igual em 7/7. Contando com erros do Brasil, a Sérvia fez 10/7 e o técnico Rubinho pediu tempo. A seleção brasileira seguiu cometendo erros e os donos da casa abriram 14/9. Com dois bons saques de Vissotto, o time brasileiro aproximou no placar e 14/12. Os sérvios voltaram a pontuar bem e fizeram 18/12. Rubinho pediu tempo. O time da Sérvia seguiu melhor (22/17). No ace de Isac, o Brasil chegou a 18. No ace de Vissotto, o marcador foi para 23/20 para os sérvios e eles pediram tempo. No bloqueio de Riad, 23/21. Mas, no final, melhor para a seleção da casa, que fechou em 25/22.

A Sérvia saiu na frente no set decisivo e o Brasil respondeu com Vissotto. A equipe brasileira assumiu o comando do marcador em 3/2 no ataque de Lucarelli. Os donos da casa assumiram o comando do placar em 5/4 e Rubinho pediu tempo. Na troca de quadra, a Sérvia vencia por 8/6. Depois de bom saque de Lipe, Lucarelli pontuou e o placar ficou igual: 8/8. No erro dos brasileiros, os sérvios fizeram 11/9 e Rubinho pediu tempo. No ponto de saque de Vissotto, o Brasil chegou ao empate (11/11). No bloqueio de Riad, 13/12 para a seleção brasileira. No ace de Lucarelli, 14/12 e um novo pedido de tempo da Sérvia. No ataque de Riad, o Brasil fechou em 15/13.

EQUIPES

BRASIL – William, Vissotto, Riad, Isac, Lucarelli e Lipe. Líbero – Serginho
Entraram – Bruno, Wallace, Lucas Lóh, Tiago Brendle
Técnico: Rubinho

SÉRVIA – Ivovic, Petric, Jovovic, Atanasijevic, Podrascanin e Lisinac. Líbero – Majstorovic
Entraram – Rosic, Brdjovic, Katic
Técnico: Nikola Grbic

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