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Segunda, 11 Maio 2015 21:00
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Leandro Vissotto e Evandro se apresentaram nesta semana e são dois novos reforços que a seleção brasileira masculina de vôlei recebe na preparação para a Liga Mundial 2015. Os opostos jogaram no Japão na última temporada e, após um confronto direto na final do Campeonato Japonês, com vitória para o time de Vissotto, estão novamente em uma disputa, desta vez, pela vaga na equipe verde e amarela, que já contava com Wallace nos treinamentos.

A experiência no outro lado do mundo foi positiva para o oposto campeão mundial, Vissotto. O aprendizado de ajudar seu time, JT Thunders, a garantir, pela primeira vez na história, o título japonês, será uma bagagem a mais para inserir no seu dia a dia na seleção brasileira. O título veio ao bater o Suntory Sunbirds, de Evandro, por 3 sets a 0, na final.

“Foi uma temporada muito bacana. O time tem 84 anos de história e nunca havia sido campeão. Eles esperavam muito por esse resultado e ajudar a conquistá-lo foi muito gratificante. Estava com a minha família bem longe do Brasil, em um ambiente totalmente diferente, e sempre esperamos conseguir sucesso. Foi realmente muito bom e comemoramos bastante. Os japoneses são respeitosos e gostam muito do voleibol”, contou Vissotto.

A chegada ao Brasil foi há muito pouco tempo e o oposto mal conseguiu descansar. A readaptação à rotina da seleção brasileira foi considerada fácil, já que Leandro Vissotto tem um histórico antigo com a equipe dirigida pelo técnico Bernardinho.

“Ainda estou no fuso. Cheguei do Japão há quatro dias e praticamente vim direto para Saquarema, mas isso foi bom porque não fiquei muito tempo parado. O ritmo aqui está acelerado e sei que treinar com eles só faz com que eu melhore cada vez mais. Agora teremos um teste muito forte, que vai ser a fase final da Liga Mundial no Brasil, e queremos muito esse título em casa. Temos que buscar força na torcida para ter a confiança de conquistar esse título”, comentou Vissotto.

A situação de Evandro foi bem parecida: pouco descanso e muita disposição para treinar com a equipe brasileira.

“Tive dois dias de folga e vim direto para apresentar a seleção. Fiquei só uma semana sem bola e o físico não está interferindo em nada. O problema é o fuso horário mesmo, que acaba perturbando um pouco. Mas, a vontade de estar aqui supera toda e qualquer dificuldade. Sei que temos um campeonato muito importante no ano que vem e vou lutar para fazer parte desse grupo”, afirmou Evandro.

O oposto sabe que a disputa entre os jogadores da sua posição vai ser forte e garante estar preparado para buscar uma vaga na equipe que representará o país nas próximas competições.

“Estou super feliz de estar aqui em Saquarema e tenho certeza que vamos ter uma briga boa nesse sentido de cada um lutar pelo seu espaço na seleção brasileira. Estou aqui para dar o meu máximo, fazer o meu melhor e tenho certeza que o Vissotto e o Wallace também. É melhor assim, quando acontece uma disputa acirrada desse jeito. É bom dar essa dor de cabeça positiva para o Bernardinho”, brincou Evandro.

O Brasil estreia na Liga Mundial no dia 29 de maio, contra a Sérvia, em Belo Horizonte (MG). A primeira etapa da competição terá mais um jogo, contra o mesmo adversário, no dia 31, ambos no ginásio do Mineirinho. A seleção está no Grupo A, onde também enfrentará a Itália e a Austrália.

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Terça, 05 Maio 2015 21:00
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Quase três anos se passaram desde a última vez em que Serginho pisou no Centro de Desenvolvimento de Voleibol, em Saquarema (RJ). Nesta semana, o líbero campeão olímpico voltou ao local de treinamento das seleções brasileiras satisfeito com o novo momento na carreira. A convocação, mesmo depois do anúncio de aposentadoria, feito na final olímpica, em 2012, veio após uma conversa com o técnico Bernardinho.


“Ele me ligou e eu falei que, se não estivesse bem e disposto, não aceitaria. Sempre disse que, se a seleção precisasse de mim, eu estaria à disposição, mas que esperava que não fosse preciso. Quando o Bernardinho me ligou, aceitei de cara, mas pedi para não ir para a viagem da Austrália porque é muito longe”, se divertiu Serginho.

Aos 39 anos, um dos maiores ícones da posição de líbero em todo o mundo passa por uma rotina quase igual a dos demais atletas da seleção brasileira. Além disso, o empenho, a dedicação e a boa vontade são os mesmos de sempre.

“O trabalho é praticamente o mesmo. Hoje, eu não preciso dar mais cinquenta peixinhos no treino da manhã como antes e, na academia, não preciso mais abaixar para pegar peso, mas a preparação é igual. Até porque, se não for, vai fazer falta dentro de quadra. Estou me sentindo muito bem, terminei a Superliga sem dor alguma, e espero contribuir da melhor maneira possível aqui na seleção”, disse Serginho, jogador do Sesi-SP, vice-campeão da Superliga 14/15.

O técnico Rubinho, que comanda a seleção brasileira enquanto Bernardinho está no Mundial de Clubes com o Rexona-Ades (RJ), reforça o discurso do jogador e destaca a importância de sua presença com o grupo verde e amarelo.

“Por ser início de preparação, as rotinas são progressivas e ele esta fazendo basicamente o trabalho de todos. Conforme essa intensidade for aumentando, obviamente vamos ter um controle maior sobre a carga de treinamento para que ele possa corresponder dentro do que precisamos. O Serginho só tem a ajudar tanto na liderança, como no ensinamento aos novos jogadores e, claro, na parte técnica. Em vários aspectos, ele se torna muito positivo para a equipe”, afirmou Rubinho.

Aa lado de novos nomes do voleibol brasileiro, Serginho parece mais um deles. Se dedica acima de tudo, mas também brinca e se diverte em quase todos os momentos. A experiência adquirida ao longo da carreira é algo que vem sendo bem aproveitada por todos que estão em volta do experiente líbero.

“Estou muito feliz por estar aqui, treinando bem e vendo que a molecada me respeita. Os mais novos têm que levar o voleibol muito a sério, principalmente quando se representa um país que é uma potência. Para crescer, precisa treinar e sei que tenho que ser exemplo, me dedicar e cobrar deles. O estímulo de alguém que já viveu tanta coisa dentro do esporte é bom para a garotada. Sei disso porque quando cheguei na seleção brasileira, tinham uns monstros como Maurício, Giovane e Nalbert e esses caras me cobravam. Agora, um papel que eu tenho que na seleção é fazer o mesmo para que eles evoluam”, opinou Serginho.

O líbero está no grupo que se prepara para a Liga Mundial de 2015. A seleção brasileira busca o décimo título no ano em que a fase final da competição acontecerá no Rio de Janeiro, no ginásio do Maracanãzinho, e servirá como evento teste para os Jogos Olímpicos de 2016. Mas, por enquanto, ele não pensa na maior competição do calendário esportivo.

“Primeiro, pensamos em 2015. Tenho que conquistar a minha vaga de titular primeiro, para depois haver a preocupação com as Olimpíadas. Agora, só penso em Liga Mundial”, afirmou o líbero da seleção brasileira, que treina ao lado de outros três jogadores da sua posição: Mário Jr., Felipe e Tiago Brendle.

Feliz dentro e fora de quadra, na convivência com toda a seleção brasileira, Serginho garante que só tem motivos para comemorar, já que o vôlei continua sendo um de seus maiores prazeres e alegrias.

“Em 92, quando o Brasil foi campeão olímpico pela primeira vez, eu sonhava ser um jogador de vôlei. Hoje, penso em parar de jogar, mas não consigo. Eu amo esse esporte e as pessoas que estão aqui. Sempre foi o vôlei que me deu tudo que tenho. Vejo que pessoas se identificam comigo, muitas me agradeceram por eu ter voltado à seleção, outras tantas torcem por mim, meus amigos pessoais, enfim, ainda não é possível estar longe do voleibol”, concluiu Serginho.

Neste momento, a seleção brasileira treina com 32 atletas. Deste grupo sairão os jogadores que defenderão o Brasil na Liga Mundial e nos Jogos Pan-Americanos.

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Pressão

Quarta, 29 Abril 2015 21:00
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Acaba na noite desta quinta-feira (30.04), às 23h59, a solicitação de ingressos para os Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro/2016. O vôlei segue como a modalidade esportiva mais procurada em todo o país e o estado com maior número de pedidos é o Rio de Janeiro. Contar com a torcida é sempre um ponto positivo. Mas, e a pressão? Segundo o ponteiro da seleção brasileira masculina de vôlei, Murilo, ela vem junto, sim, mas a equipe está preparada.

“Sabemos que isso acontece. O vôlei tem sido bem procurado nas ultimas edições dos Jogos Olímpicos e ficamos muito felizes com isso. Temos que estar prontos e tirar o lado positivo da torcida”, garantiu o vice-campeão olímpico e campeão mundial, Murilo, que está em treinamento com o grupo brasileiro no Rio de Janeiro (RJ).

Desta vez, em casa, a cobrança tem tudo para ser maior. Conquistar o título olímpico no ginásio do Maracanãzinho, no dia 21 de agosto, é o objetivo das 12 seleções que estarão no Rio de Janeiro. Mas, o Brasil sai com uma vantagem e um peso a mais.

“Sabemos que a responsabilidade é muito grande, já que vamos estar dentro de casa, no Rio de Janeiro, onde a torcida adora vôlei. Além disso, ter conhecimento de que a nossa modalidade está com essa procura toda, aumenta a nossa ansiedade e a nossa expectativa”, confessou o ponteiro da seleção brasileira.

A vontade de estar logo na competição mais importante do esporte é enorme. Nem mesmo toda a experiência do camisa 8 do Brasil tem sido suficiente para abrandar a ansiedade.

“Por mais que o grupo tente segurar esse sentimento, já que ainda falta um ano e temos outras competições antes, não tem como não pensar em Jogos Olímpicos. Abrimos sites e jornais, lemos as notícias e isso anima. Sabemos que o ginásio vai estar cheio e com 99% da torcida a nosso favor. Agora, vamos fazer de tudo para estarmos nessa final e participarmos dessa festa”, concluiu Murilo.

A seleção masculina de vôlei busca a terceira medalha de ouro em Jogos Olímpicos, depois de ser campeã olímpica em Barcelona/1992 e Atenas/2004.

O torcedor que não conseguir ingressos neste primeiro sorteio, terá prioridade para o segundo, que será realizado em agosto. Mas, para isso, deverá acessar novamente o site (www.rio2016.com/ingressos) e fazer novas escolhas.

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Treinos abertos

Domingo, 26 Abril 2015 21:00
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Dividida em dois grupos, a seleção brasileira masculina de vôlei atenderá a imprensa nesta semana em São Bernardo do Campo (SP) e no Rio de Janeiro (RJ). O grupo, que se prepara para a Liga Mundial e para os Jogos Pan-Americanos, receberá os jornalistas para treinos abertos na quarta-feira (29.04), às 9h30, no ABC Paulista, no ginásio Adib Moysés Dib, e na quinta (30.04), às 10h, na capital carioca, na Escola de Educação Física do Exército, na Urca.


Em São Bernardo, a equipe estará com um grupo de 18 atletas, entre eles o levantador Raphael, o central Sidão, o ponteiro Lipe e o líbero Mários Jr – todos que estiveram com a seleção no último campeonato, o Mundial da Polônia, no ano passado. Esses jogadores começaram a treinar antes, no Centro de Desenvolvimento de Voleibol, em Saquarema (RJ), com o assistente técnico da seleção, Rubinho, que também comandará a programação na cidade paulista.

O grupo que atenderá a imprensa no Rio de Janeiro terá 13 atletas, entre eles, os finalistas da Superliga 14/15 pelo Sada Cruzeiro (MG) e Sesi-SP. Esta parte da seleção, que se apresentará nesta semana, estará sob o comando do técnico Bernardinho e do auxiliar, Giuliano Ribas.

Os jornalistas interessados na cobertura dos treinos devem confirmar presença através do email O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo. até às 18h desta terça-feira (28.04), especificando em qual cidade fará o acompanhamento do trabalho. A assessora de imprensa Clarissa Laurence (21 – 99450-4594) estará em São Bernardo e no Rio de Janeiro para auxiliar o trabalho.

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